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A importância de educadores alimentares ativos: parceria entre educação e saúde na busca da disseminação de hábitos alimentares saudáveis em Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) de Foz do Iguaçu, PR 

Autores do relato: Aline Renata Hirano; Daiane Nunes de Melo; Janaina Palma de Lima

Local da experiência: Foz do Iguaçu, Paraná. 

Local de implementação: Centro Municipal de Educação Infantil

Qual o público alvo?  Educadores

Qual foi a experiência desenvolvida?

Este relato apresenta uma experiência exitosa vinculada ao Programa Saúde na Escola (PSE) realizado em três CMEIs de Foz do Iguaçu – PR por nutricionistas atuantes nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs) com o apoio das Secretarias de Educação e Saúde e, enquadra-se no Eixo 3 "Formação Profissional e Educação Permanente" e na diretriz Promoção da Alimentação Adequada e Saudável da Política Nacional da Alimentação e Nutrição (PNAN).

Essa iniciativa surgiu devido à formação do hábito alimentar iniciar-se na infância e ser influenciado por todos os envolvidos nos cuidados dos mesmos, como a família e educadores de CMEIs pois, muitas crianças permanecem a maior parte do dia nesses locais. Então, o conhecimento dos educadores, bem como suas práticas pessoais e profissionais, merecem atenção para favorecer uma adequada educação alimentar nos CMEIs.

Este trabalho teve como objetivo promover reflexão com educadores de três CMEIs de Foz do Iguaçu acerca da importância da disseminação de hábitos alimentares saudáveis na prática profissional. 

Inicialmente, foram aplicados questionários com os educadores e na sequência, foi realizada uma oficina com duração de 3 horas, baseada nos resultados destes a fim de contribuir para o cuidado da alimentação e suas práticas profissionais conforme as seguintes etapas: 1. Reflexão sobre os hábitos alimentares atuais da população brasileira fazendo um comparativo com os resultados dos questionários aplicados com os educadores; 2. Demonstração das quantidades de sal, açúcar e gorduras em alguns alimentos industrializados mais consumidos; 3. Apresentação do Guia Alimentar para a população brasileira (2014) e atividade em grupos sobre os 10 passos da alimentação saudável descritos no guia; 4. Apresentação das principais características de comportamentos alimentares, necessidades e deficiências nutricionais mais encontradas no pré-escolar, e o crescente problema da obesidade infantil; 5. Discussão em grupo de estudos de casos baseados nos problemas relatados pelos educadores nos questionários. Durante a oficina ainda foram apresentados 2 vídeos curtos envolvendo a alimentação infantil.

Todas as educadoras participaram ativamente, contribuindo com suas percepções e experiências. Além disso, esta ação contribuiu com fortalecimento do vínculo entre nutricionistas e educadores para futuras ações de educação alimentar. Ao final, foi entregue uma apostila que apresentava exemplos de atividades relacionadas ao tema.

Um aspecto desafiador foi encontrar um espaço na agenda de trabalho dos educadores para a realização da atividade e também podemos citar a falta de apoio financeiro da gestão para obtenção dos materiais didáticos. Esta ação evidenciou a necessidade de um trabalho intersetorial, entre educação e saúde, de forma contínua favorecendo a formação de educadores alimentares ativos com o envolvimento de toda a comunidade escolar reiterando a importância e o propósito de se trabalhar com os demais CMEIs do município.

Contato: alinere28@hotmail.com


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A Portaria 1.055 publicada em 25/04/2017 para o Programa Saúde na Escola prioriza ações de prevenção à obesidade infantil. Qual das ações propostas você considera mais desafiadora?





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