O Idec lançou no dia  17/10 a campanha #ComerLivre(external link), que tem o objetivo de promover reflexão sobre o que é alimentação saudável e incentivar os consumidores a superar os obstáculos para adotá-la no dia a dia.  

A iniciativa consiste em uma série de seis vídeos que serão divulgados nas redes sociais(external link) do Idec e na página da campanha(external link), um a cada semana. 

Eles vão abordar aspectos como publicidade, custo, falta de tempo e de informação entre os pontos que dificultam os hábitos alimentares saudáveis. Nas redes sociais, os internautas serão desafiados a responder como superar essas barreiras e comer de forma livre. As melhores respostas serão divulgadas como dicas.

 O primeiro vídeo já está no ar e provoca os consumidores a responder: afinal, o que é comer livre para você? Assista aqui. (external link)

Mais comida, menos ultraprocessados

A campanha pretende mostrar que, para comer de forma saudável e livre, é preciso priorizar o consumo de comida de verdade: alimentos in natura e minimamente processados, além de refeições caseiras, e evitar os ultraprocessados - aqueles produtos vendidos em caixinhas ou pacotes, normalmente prontos para comer, mas com excesso de sódio, gorduras, açúcar, além de conservantes, aromatizantes e outros aditivos.

Esses conceitos, assim como os seis desafios apontados nos vídeos, estão preconizados no Guia Alimentar para a População Brasileira(external link), documento lançado em 2014 pelo Ministério da Saúde e elogiado mundialmente. 

“O objetivo da campanha #ComerLivre é empoderar o cidadão a fazer escolhas de forma autônoma e, sobretudo, encorajar a adoção de um padrão alimentar ‘livre’ da influência nociva das práticas enganosas de publicidade  de alimentos ultraprocessados”, diz a nutricionista do Idec Ana Paula Bortoletto.  

Ela a ressalta que algumas barreiras não superadas apenas por iniciativas individuais, mas também dependem do ambiente em que as pessoas vivem. “Por isso, é fundamental que haja políticas públicas que tornem o ambiente alimentar mais saudável”, finaliza. 

Mais comida, menos ultraprocessados

A campanha pretende mostrar que, para comer de forma saudável e livre, é preciso priorizar o consumo de comida de verdade: alimentos in natura e minimamente processados, além de refeições caseiras, e evitar os ultraprocessados - aqueles produtos vendidos em caixinhas ou pacotes, normalmente prontos para comer, mas com excesso de sódio, gorduras, açúcar, além de conservantes, aromatizantes e outros aditivos.

Esses conceitos, assim como os seis desafios apontados nos vídeos, estão preconizados no Guia Alimentar para a População Brasileira(external link), documento lançado em 2014 pelo Ministério da Saúde e elogiado mundialmente. 

“O objetivo da campanha #ComerLivre é empoderar o cidadão a fazer escolhas de forma autônoma e, sobretudo, encorajar a adoção de um padrão alimentar ‘livre’ da influência nociva das práticas enganosas de publicidade  de alimentos ultraprocessados”, diz a nutricionista do Idec Ana Paula Bortoletto.   

Ela a ressalta que algumas barreiras não superadas apenas por iniciativas individuais, mas também dependem do ambiente em que as pessoas vivem. “Por isso, é fundamental que haja políticas públicas que tornem o ambiente alimentar mais saudável”, finaliza.