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No dia 07 de novembro iniciou-se a 4ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional com o tema “Alimentação Adequada e Saudável: Direito de Todos” com o objetivo de também celebrar o compromisso do Estado brasileiro para a garantia do direito à alimentação para todas as pessoas. Com este lema afirma-se, entre outros, a perspectiva de direitos e se reforça a necessidade da sociedade em refletir sobre a importância da sustentabilidade dos sistemas de produção, a necessidade de universalização das condições de acesso à alimentação e o enfrentamento às novas e velhas doenças relacionadas à alimentação.

O papel do setor saúde para a configuração do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, o SISAN, avança para além das demandas estabelecidas por consequência da inseguridade alimentar, refletida nos dois extremos de problemas nutricionais que são a desnutrição e a obesidade. Assim, aporta para o SISAN toda a complexidade da determinação social da saúde e aponta para os caminhos necessários de regulação do Estado e por meio de suas atividades de promoção e prevenção busca promover a autonomia dos indivíduos quanto a suas escolhas e práticas alimentares, também orientando para a concretização de ambientes mais saudáveis

Em relação ao cenário global, o Brasil ousa ao apresentar no Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e, também, no documento-base da Conferência, a obesidade como uma manifestação da insegurança alimentar e nutricional da sua população. Esse reconhecimento e afirmação implicam no compromisso de toda a sociedade e do governo na busca de políticas e ações que possam efetivamente contribuir para a melhoria da alimentação e nutrição de todos.

Nesta perspectiva, a Política Nacional de Alimentação e Nutrição, PNAN, fundamenta a relação entre o Sistema Único de Saúde e o SISAN, estabelecendo claramente seus limites, competências e desafios para a arena da segurança alimentar e nutricional. A PNAN é a expressão da sociedade brasileira quantos aos seus anseios por políticas intersetoriais, que reconheçam e busquem continuamente a implementação de políticas intersetoriais e o estabelecimento de espaços compartilhados de decisão, que possam efetivamente ter impacto sobre a saúde de todos os cidadãos.



Boa conferência a todos!



Patrícia Jaime
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A Portaria 1.055 publicada em 25/04/2017 para o Programa Saúde na Escola prioriza ações de prevenção à obesidade infantil. Qual das ações propostas você considera mais desafiadora?





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