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Guia alimentar para crianças menores de 2 anos – Leite materno, conhecendo alimentos e alimentação a partir dos seis meses

 

O Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 Anos está em consulta pública até o dia 25 de agosto. Para promover a discussão apresentaremos os 13 capítulos que compõem a nova proposta, que pode ser acessada aqui(external link).

Esta semana falaremos sobre os capítulos: “Leite materno: o primeiro alimento”, “Conhecendo os alimentos” e “A criança e a alimentação a partir dos 6 meses".

No capítulo do “Leite Materno, o primeiro alimento” é reforçada a recomendação de que a criança seja amamentada por dois anos ou mais, devendo receber somente leite materno nos primeiros seis meses de vida. Tais recomendações são justificadas a partir de todos os benefícios que a amamentação traz para a vida da mãe e da criança: faz bem para a saúde da criança e da mulher, promove o vínculo afetivo, é econômico, além de ser bom para a sociedade e para o planeta.

Esse capítulo também explica o que é e como o leite materno é produzido e orienta como amamentar, mencionando as práticas que podem prejudicar e facilitar a amamentação, como lidar com as dificuldades relacionadas ao ato de amamentar, como retirar, armazenar e oferecer o leite materno e aborda questionamentos comuns no dia-a-dia (Existe leite fraco? Como saber se o choro do bebê é de fome? entre outras).

No capítulo “Conhecendo os alimentos” é apresentada a classificação dos alimentos segundo o seu grau de processamento, como presente no Guia Alimentar para a População Brasileira, com detalhamento dos grupos de alimentos dos alimentos in natura e minimamente processados. Há a orientação de que alimentos in natura e minimamente processados devem ser a base da alimentação da criança e da família e que alimentos ultraprocessados não devem ser oferecidos às crianças, com alguns exemplos daqueles mais comuns ofertados e vistos como saudáveis, mas não são.

Já no capítulo “A criança e a alimentação a partir dos 6 meses” são dadas orientações sobre a alimentação da criança por faixa etária e também é enfatizado que o cuidado com a criança, incluindo a alimentação, é uma tarefa coletiva e que deve ser compartilhada com todos os membros da família. É destacado que a introdução da alimentação é uma oportunidade para toda a família melhorar sua alimentação. Além disso, o capítulo aborda como é possível identificar sinais de fome e saciedade da criança e como interagir com elas durante a refeição, sendo fundamental que toda a família valorize o momento da alimentação e não tenha distrações. O capítulo, ainda, reforça que açúcar não deve ser oferecido à criança menor de 2 anos e que a comida da família deve ser feita com temperos naturais e quantidade mínima de sal.

Também há um tópico sobre crianças vegetarianas e um sobre como deve ser a alimentação depois dos dois anos.

O que você achou desses capítulos? Conta para gente! Se quiser ler a proposta completa e enviar sugestões ao Ministério da Saúde, acesse o link clicando aqui(external link)

Promova discussões em sua rede!  

Na próxima semana falaremos sobre os capítulos “Cozinhar em casa” e “Alimentação adequada e saudável: lidando com os desafios do cotidiano”.

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