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Guia alimentar para crianças menores de 2 anos – Cozinhar em Casa e Lidando com os Desafios do Cotidiano

 

O Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 Anos está em consulta pública até o dia 25 de agosto. Para promover a discussão apresentaremos os 13 capítulos que compõem a nova proposta, que pode ser acessada aqui(external link).

Esta semana falaremos sobre os capítulos: “Cozinhar em casa” e “Alimentação adequada e saudável: lidando com os desafios do cotidiano”. 

O capítulo “Cozinhar em casa” traz sugestões para tornar o dia a dia na cozinha mais prático. Com técnicas culinárias simples e organização, é possível fazer da comida caseira a melhor opção para a criança e a família.

Quando se pensa em cozinhar em casa algumas dúvidas podem surgir, desse modo, o Guia buscou trazer orientações para tornar esse momento mais prazeroso e descomplicado. O capítulo aborda a importância de cozinhar em casa com a participação de todos e todas da família. Quando uma pessoa cozinha, ela sabe o que come e também fortalece as culturas familiares. Cozinhar em casa requer organização, principalmente com a compra e o armazenamento de alimentos, além da colaboração e da vontade de todos integrantes da família em ter uma alimentação adequada e saudável. São dadas sugestões de como organizar cada etapa e equipamentos e utensílios necessários, além de explicar os passos básicos de como cozinhar.

A alimentação adequada e saudável pode encontrar alguns obstáculos para se estabelecer como uma prática comum e compartilhada, assim, no capítulo “Alimentação adequada e saudável: lidando com os desafios do cotidiano” são abordadas algumas situações cotidianas que podem afetar a alimentação adequada e saudável da criança, como: o retorno da mãe que amamenta ao trabalho, a entrada da criança na creche, exposição massiva à propaganda de alimentos, disponibilidade de informações de fontes duvidosas, entre outras.

Quando a mãe retorna ao trabalho antes da criança completar seis meses de vida, o maior desafio é manter a amamentação exclusiva, mas a mulher pode adotar algumas práticas para manter a amamentação, como amamentar quando for levar e buscar a criança na creche ou no ambiente onde o bebê fica sob cuidados e retirar o leite do peito para ser oferecido à criança. 

Na entrada da criança na creche é muito importante conversar com a equipe da creche sobre os hábitos alimentares da criança, como preferências, intolerâncias e alergias alimentares, além de conhecer e acompanhar o cardápio oferecido. Assim como em casa, as refeições da creche devem ser preparadas com base em alimentos in natura ou minimamente processados, e os ultraprocessados não devem estar presentes.

Todos estamos massivamente expostos à publicidade e muitas são de alimentos ultraprocessados. Ao contrário dos adultos, a criança não diferencia propaganda de entretenimento, o que justifica a regulação da propaganda voltados para o público infantil. Existem diversas leis que protegem a criança, contudo, diversas empresas violam e fazem publicidade para crianças, vendem alimentos com brinquedos, fazem embalagens coloridas para chamar atenção das crianças. Assim, proteger a infância da exposição massiva a qualquer tipo de publicidade é importante. Para isso, limitar o tempo de tela, tanto da TV, como do computador, tablete e celular, é fundamental e a solução para esse desafio é promover brincadeiras.  Aproveitar o tempo de lazer com atividades lúdicas pode ser uma oportunidade para toda a família se movimentar e brincar. Além disso, denunciar qualquer prática identificada como publicidade infantil é importante.

Na era da internet e do conhecimento, diversas informações sobre alimentação infantil são disseminadas e o desafio é compreender e filtrar o excesso de informações equivocadas, muitas vezes de fontes duvidosas, que circulam e geram confusão. Devido à grande fonte de informações duvidosas, é necessário confirmar as informações com profissionais de confiança ou em sites de órgãos governamentais.

O que você achou desses capítulos? Conta para gente! Se quiser ler a proposta completa e enviar sugestões ao Ministério da Saúde, acesse o link clicando aqui(external link).

Promova discussões em sua rede!

Na próxima semana falaremos sobre os capítulos “CRIANÇAS MENORES DE SEIS MESES QUE NÃO ESTÃO SENDO AMAMENTADAS EXCLUSIVAMENTE “ e “ ALIMENTAÇÃO DE CRIANÇAS NÃO AMAMENTADAS”.

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A Portaria 1.055 publicada em 25/04/2017 para o Programa Saúde na Escola prioriza ações de prevenção à obesidade infantil. Qual das ações propostas você considera mais desafiadora?





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